Caso Saraiva: Empresário acusado injustamente pelo crime vai processar acusadores –

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Depois do brutal assassinato do fiscal da Secretaria Estadual de Fazenda José de Jesus Gomes Saraiva, a policia entrou em campo e chegou ao nome de um suspeito identificado inicialmente por Jack Douglas. A partir de então, nasceram comentários de que se tratava do empresário Jackson Douglas Almeida Irineu, proprietário da Tanaka Dedetização e que também mantém outros negócios em São Luís, além de contratos com o governo do estado.

Os mais apressados trataram de noticiar como verdade o envolvimento do empresário no crime. Este blog entrou em contato com o delegado responsável pelo caso, Jefrey Furtado da Delegacia de Homicídios, que disse não poder confirmar ou refutar a informação pois a investigação estava em andamento. O delegado confirmou apenas que se tratava de Jack Douglas o suspeito foragido. Leia aqui

Jackson Douglas, dono da Tanaka, não é Jack Douglas

Com base em depoimentos de Elionai Silva Costa, o Nanai, que foi quem levou o fiscal até o local do crime, e de Alexsandro Matos, dono de um depósito onde foram apreendidas, no último dia 26 de novembro, 1.300 sacas de arroz oriundas da carga que estava sendo investigada justamente pelo fiscal Jesus Gomes Saraiva, e ainda pelas imagens do momento do crime, gravadas por uma câmera de segurança, a Polícia Civil acredita que pode prender o verdadeiro culpado pelo homicídio, o também empresário Jack Douglas Vieira de Matos, o “Baiano”, proprietário de um comércio no bairro do João Paulo.

E agora?

Agora, o empresário Jackson Douglas Almeida Irineu, dono da Tanaka, inocentado pela revelação do verdadeiro suspeito, contratou advogados para tomar as medidas judiciais, tanto na esfera cível quanto criminal, contra aqueles que lhe acusaram. Ele alega prejuízos em vários negócios e danos à sua imagem de empresário.

Jackson Douglas declarou a um jornalista que “jamais esperava tamanho massacre por algo que não fez e jamais faria que é tirar a vida de alguém. Aguardarei a justiça da terra e principalmente de Deus para que a verdade seja restabelecida de uma vez por todas”.

 

‘A corrupção eleitoral é a véspera da improbidade’, diz Márlon Reis

Márlon Reis, 43 anos, é juiz de Direito no Maranhão. Nasceu em Pedro Afonso-TO, em 10 de dezembro de 1969, filho de Arlete Jacinto Reis e Dourival Alves dos Reis. Em virtude da profissão do pai, que era bancário, mudou-se muitas vezes de cidade. Residiu pela primeira vez em Imperatriz entre 1982 e 1983, quando estudou nas escolas Santa Terezinha e Graça Aranha.

Márlon Reis, 43 anos, é juiz de Direito no Maranhão.
Nasceu em Pedro Afonso-TO, em 10 de dezembro de 1969, filho de Arlete Jacinto Reis e Dourival Alves dos Reis. Em virtude da profissão do pai, que era bancário, mudou-se muitas vezes de cidade. Residiu pela primeira vez em Imperatriz entre 1982 e 1983, quando estudou nas escolas Santa Terezinha e Graça Aranha.

Hoje, no Dia Internacional Contra a Corrupção, o jornal O Imparcial traz uma entrevista exclusiva com o juiz Márlon Reis, membro do Comitê de Combate à Corrupção, um dos autores da Lei da Ficha Limpa e também autor dos polêmicos livros “O Gigante Acordou” e “O Nobre Deputado”.

Em setembro deste ano, o magistrado foi processado pela Câmara dos Deputados, cujo presidente, o deputado federal Henrique Alves, entrou com representação no Conselho Nacional de Justiça por entender que Márlon Reis feriu a honra de todos os parlamentares.
“De modo leviano, por meio de acusações genéricas contra sujeitos não identificados, que inviabilizam o direito de defesa, o Reclamado [Márlon Reis] assacou conduta desonesta e criminosa a todos os integrantes do Poder Legislativo”, afirma a peça inicial do processo, se referindo ao conteúdo do livro “O nobre deputado”, que revela situações corriqueiras dos jogos políticos.
O julgamento do juiz deverá acontecer na próxima quinta-feira (11), no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. Enquanto isso, Márlon Reis continua na militância contra a corrupção e palestra hoje no Tribunal de Contas da União, em um evento organizado pela Controladoria Geral da União, a respeito do Dia Internacional Contra a Corrupção.

O Imparcial – Hoje, Dia Internacional Contra a Corrupção, o que há de mais importante a se discutir quando se fala a respeito de combate à essa prática?
Márlon Reis – Creio que devemos nos afastar de uma visão moralista sobre esse tema. Não se trata de uma disputa entre o bem o mal, mas da construção coletiva de um sistema mais racional de relação entre os indivíduos e destes com o Estado, onde preponderem normas que asseguram igualdade de oportunidades e onde o bem coletivo esteja a salvo de desvios. Não se pode atribuir todos os males da corrupção a algumas pessoas ou partidos. Temos que admitir que o sistema em vigor cobra o mesmo tipo de atividade de todos os governantes. É preciso ter como foco, pois, o sistema político reinante.O senhor acredita que a transparência poderia ser uma grande aliada no combate à corrupção?Não há condições para a probidade num meio refratário à transparência. O agente destituído de integridade se detém ante o risco da descoberta da sua conduta. Por isso é tão importante que mecanismos de publicidade dos atos governamentais continuem avançando. Evoluímos com a aprovação do Projeto Capiberibe, que determina a instituição dos portais da transparência em todos os âmbitos do Poder Público. Acertamos também quando vimos aprovada a Lei de Acesso à Informação. Também fiquei feliz com o anúncio da criação da Secretaria de Transparência e Controle pelo governador eleito Flávio Dino. A imprensa livre, por outro lado, desempenha um forte papel na circulação de informações, sendo por isso imprescindível para a democracia. Por isso sou contra qualquer proposta que objetive controlar o conteúdo da atividade jornalística.

O poder da sociedade atualmente tem se efetivado e restringido somente à hora da votação. Como ela pode reverter esse cenário e começar, de fato, a atuar junto aos órgãos de fiscalização (incluindo os representantes por ela escolhidos)?

Esse é o campo em que deve imperar o controle social das administrações públicas. Há muitos exemplos bem-sucedidos nesse campo. Destaco a experiência da Amarribo Brasil, que representa em nosso País a Transparência Internacional. A entidade hoje encabeça uma rede com mais de duzentas entidades que operam na fiscalização social dos governos locais. Um grande exemplo para o Brasil.

Faltam mecanismos de controle social?

Já temos alguns mecanismos importantes, mas que raramente são observados. As administrações têm descurado do seu dever de elaborar os seus orçamentos de forma participativa, o que já é obrigação legal. Ações como essa dificultam a participação da sociedade na cogestão e no exercício do controle social.

O senhor acredita que uma possível crise na representação pública acaba culminando também no favorecimento de práticas corruptas?

Creio estar havendo o fenômeno contrário: a frequência da corrupção acaba por reduzir a legitimidade da representação política. A sociedade tem razão ao protestar e pleitear mudanças profundas nesse quesito.

O senhor é um dos membros do MCCE. Fale um pouco dele e sobre ações o Movimento tem realizado.

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral foi o responsável pela aprovação de duas leis de iniciativa popular que mudaram a história das eleições brasileiras: a Lei contra a Compra de Votos e a Lei da Ficha Limpa. Mobilizamos milhões de brasileiros para conquistar o reconhecimento de valores presentes na sociedade, mas que ainda não estavam contemplados pela legislação. Agora queremos ir além. Estamos defendendo a Reforma Política por iniciativa popular. Já dispomos de mais de 600 mil assinaturas em apoio ao nosso novo projeto, encabeçado pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual o MCCE faz parte.

O senhor acredita que a corrupção eleitoral é um ponto de relação simbiótica entre as demais “modalidades” de corrupção? (ex.: o gestor favorecer certa empresa porque essa empresa amiga bancou a campanha eleitoral dele)

A corrupção eleitoral é a véspera da improbidade administrativa. As doações empresariais de campanha são uma forma de corrupção amparada pelo sistema legal. Isso está cada vez mais claro a cada nova revelação da Operação Lava-Jato. As relações que se estabelecem nas campanhas entre candidatos e poder econômico se projetam ao logo de todo o mandato. Por isso precisamos urgentemente retirar as empresas do leque de legitimados a doar em campanhas eleitorais.

O Imparcial

Wellington do Curso emite nota de pesar pelo falecimento de Carlos Gomes de Amorim, ex-prefeito da cidade de Imperatriz – MA

Wellington do Curso, deputado estadual eleito

Wellington do Curso, deputado estadual eleito

Acabei de receber com grande pesar a notícia da morte de Carlos Gomes de Amorim, ex-prefeito da cidade de Imperatriz – MA. Solidarizamo-nos com a consternação da família.

Carlos Amorim foi um dos grandes personagens da história política e social de Imperatriz. Agregador, Carlos Amorim protagonizou uma gestão considerada exitosa. Deixou a vida pública com a imagem de gestor sério, que tratava adversários com generosidade. Em sua gestão fez o Calçadão, Feira do Bacuri, Feira de Nova Imperatriz, asfaltou o Centro da cidade e construiu muitas escolas.

Um dos exemplos deixados por ele é o de manter a serenidade e a honradez mesmo nos momentos de maior adversidade. Foi, sem dúvida, uma das maiores figuras políticas do sul maranhense.

Casado com Inês Amorim deixa três filhos. Um deles é o advogado e deputado Carlos Antônio Lemos de Amorim (PDT), seu herdeiro político.

Enviamos as nossas profundas e sinceras condolências à família.

Wellington do Curso, deputado estadual eleito

Carlos Gomes de Amorim, ex-prefeito da cidade de Imperatriz – MA

Carlos Gomes de Amorim, ex-prefeito da cidade de Imperatriz – MA

JUIZ QUE DEU VOZ DE PRISÃO A FUNCIONÁRIOS DA TAM NO MARANHÃO SERÁ INVESTIGADO

Funcionários da companhia aérea TAM que trabalham no aeroporto de Imperatriz (MA) receberam voz de prisão dada pelo juiz Marcelo Baldochi, titular da comarca de Senador La Rocque, também no Maranhão e foram conduzidos ao plantão da Polícia Civil na cidade. O fato ocorreu no último sábado (06/12), após o magistrado ter sido informado no aeroporto de Imperatriz que não poderia embarcar na aeronave com destino a São Paulo, pois a chamada tinha sido encerrada e a porta de embarque estava fechada cerca de sete minutos antes da sua chegada.

Inconformado com a situação, Baldochi disse a um funcionário da empresa aérea que estava ocorrendo um desrespeito ao direito do consumidor. De acordo com uma testemunha que presenciou o ocorrido no local, o juiz chegou a entrar na área de embarque e deu voz de prisão ao funcionário, convocando um policial militar que estava no aeroporto para o conduzir até a delegacia. Diante deste fato, outros funcionários da TAM tentaram intervir e acabaram recebendo voz de prisão também, totalizando assim três atendentes conduzidos ao plantão da Polícia Civil.

Em nota enviada a imprensa na manhã desta segunda-feira, 8, a Associação de Magistrados do Maranhão (Amma) criticou a atitude do juiz. A entidade disse não compactuar com a atitude de Baldochi e anunciou que pedirá investigação do caso da Corregedoria-Geral de Justiça. Diante da repercussão, Baldochi, que ainda não havia se manifestado sobre o ocorrido, prestou esclarecimentos na tarde desta segunda-feira. “Muitos se contentam com as aparências, permitindo que a fantasmagoria prevaleça sobre a razão. Mas a razão não admite equívocos! O voo marcado para as 21h02 admitia o embarque, segundo as normas de aviação civil e do que consta do próprio bilhete, 15 minutos antes da partida”, disse.

“Todavia, mesmo com o check-in em mãos, as 20h32 os passageiros Marcelo Baldochi e Camila Costa foram impedidos de embarcar sob a alegação de que deveriam estar no local às 20 horas”, relatou o juiz. O magistrado ainda disse que o agente da TAM não prestou qualquer informação e disse que não era problema dele, isolando-se numa sala da companhia.

Baldochi informou ter registrado às 20h42 uma ocorrência na Infraero/Anac, contra a companhia e seu agente – que, segundo o juiz, não prestou informação alguma das razões da impossibilidade do embarque e o que faria com os passageiros. Por fim Baldochi ainda afirma que “o agente incorreu em ilícito civil e criminal, e toda e qualquer pessoa pode dar voz de prisão, chamar a polícia. Está na lei e ali se fazia presente um consumidor que exigia seus direitos”, completou.

Apesar de ter perdido o voo pela TAM, o juiz e Camila Costa foram embarcados em outra companhia aérea e seguiram rumo ao seu destino final que era a cidade de Ribeirão Preto (SP).
Por meio de nota a companhia aérea enviou o seguinte comunicado: “A TAM informa que segue todos os procedimentos de embarque regidos pela Legislação do setor. A empresa informa ainda que está colaborando e prestando todos os esclarecimentos às autoridades”.

O delegado regional de Imperatriz, Francisco de Assis Ramos, informou que não vai se pronunciar sobre o assunto até apurar melhor o caso. O delegado de plantão no momento do episódio, Marcelo Fernandes, informou também não querer falar a respeito e não revelou os nomes dos funcionários da empresa e por quanto tempo eles ficaram na delegacia.

Histórico
O juiz Marcelo Baldochi já tem histórico de ocorrência na Corregedoria de Justiça. Em 2011, ele foi denunciado por manter trabalhadores rurais em condição análoga à escravidão em sua fazenda, na cidade de Bom Jardim. Condenado, foi obrigado a indenizar os trabalhadores.

Juiz Marcelo Baldochi agredido por flanelinha

Em Imperatriz, a polícia procura um flanelinha que agrediu com pedaços de madeira o juiz Marcelo Baldochi. Já se passaram doze dias da agressão e o suspeito continua foragido.

Após doze dias que o juiz Marcelo Baldochi foi agredido com um pedaço de madeira por um flanelinha, o suspeito ainda continua foragido. O juiz ficou com o corte na cabeça que levou cinco pontos, além de vários hematomas pelo corpo. Segundo o advogado Valdemar de Brito, que está acompanhando o caso, o juiz sofreu uma tentativa de homicídio.

Sem título1Segundo ele, o flanelinha, que já foi identificado pela polícia e continua foragido, pode ser levado a júri popular. A Polícia Civil continua com as investigações, mas segundo o delegado Assis Ramos, o juiz Marcelo Baldochi ainda não foi a delegacia para prestar depoimento e nem fez a perícia no Instituto Médico Legal. (G1)

 

Ex-prefeito de Imperatriz vem a óbito na manhã desta terça-feira (09)

EX PREFEITODo http://www.blogdakellyitz.com.br/
Imperatriz acaba de perder um dos seus ex-prefeitos. Faleceu nesta manhã o médico Carlos Gomes de Amorim, que dirigiu a cidade entre os anos de 1.977 a 1.982. Amorim também foi secretário de Saúde do Município no ano de 1.996, quando a cidade era liderada pelo então interventor Ildom Marques de Sousa.
Carlos Gomes de Amorim é natural de Alagoas. Migrou para a cidade na década de 70. Foi um dos pioneiros no exercício da medicina. O envolvimento com as causas da cidade o levaram á atividade política, tendo vencido a eleição para prefeito em 1.976.

 

Agregador, Carlos Amorim protagonizou uma gestão considerada exitosa. Deixou a vida pública com a imagem de gestor sério, que tratava adversários com generosidade. Em sua gestão fez o Calçadão, Feira do Bacuri, Feira de Nova Imperatriz, asfaltou o Centro da cidade e construiu muitas escolas.
Na gestão Amorim Imperatriz tinha um território enorme, incluindo os atuais Municípios de Açailândia, Itinga, Brejão, São Pedro da Água Branca, Vila Nova dos Martírios, Cidelândia, Davinópolis e Ribeirãozinho.
Foi o ex-prefeito Carlos Amorim quem lançou na política o jornalista Edisom Lobão. Em 1.978, a pedido do presidente Ernesto Geisel, bancou a eleição de Lobão a deputado federal. Lobão, como se sabe, posteriormente foi reeleito, tornou-se governador do Marnhão, senador e ministro de Estado.
Casado com Inês Amorim, deixa três filhos. Um deles é o advogado e deputado Carlos Antonio Lemos de Amorim, seu herdeiro político.

DEMISSÃO>> Secretária de Educação de Paço do Lumiar será demitida em poucos dias

Secretária ditadora de Paço do Lumiar, Ana Paula Pires

Secretária ditadora de Paço do Lumiar, Ana Paula Pires

Um informante bem posicionado do Blog do Neto Cruz acaba de nos informar que a Secretária de Educação de Paço do Lumiar, a famigerada Ana Paula (foto), está por um fio de ser demitida da pasta.

O informante ainda nos passa um detalhe estranho. O mesmo diz que o prefeito da cidade, Excelentíssimo Josemar Sobreiro (PR), já “convidou” várias pessoas para assumir a pasta, sendo que todos “negaram” o pedido.

 

Qual será o motivo de recusa, hein?

 

Corpos de policiais militares são enterrados em São Luís

Do G1, com informações de O Estado MA

policial militar Carlos Magno Correa de Sá, de 42 anos, foi morto no domingo (7) (Foto: Flora Dolores / O Estado)Policial militar Carlos Magno Correa de Sá, de 42 anos, foi morto no domingo (7) (Foto: Flora Dolores / O Estado)

O corpos do policial militar Carlos Magno Correa de Sá, de 42 anos, sargento do Grupo Tático Móvel (GTM) do 9º Batalhão da Polícia Militar foi enterrado nessa segunda-feira (8) no cemitério Jardim da Paz, na Estrada de Ribamar.

Por volta das 21h30 de domingo (7), o sargento Carlos Magno Correa de Sá foi morto em uma troca de tiros no bairro da Forquilha. Familiares do policial acreditam que o sargento foi vítima de execução, pois tinha sofrido ameaças recentemente.

“O meu pai sempre falava que colocava a cara dele em risco durante o trabalho policial, porque muito bandidos não gostavam dele. Ele sabia que um dia poderia morrer a tiros efetuados por bandido, mas iria morrer fazendo o que sabia fazer de melhor, ou seja, sendo policial e combatendo a criminalidade”, desabafou a filha do sargento, Fabrícia Sá, de 21 anos. Mesmo abalada, ela contou que ainda na tarde de domingo o seu pai sonhou que havia sido baleado por bandidos e chegou a comentar com a família.

O policial foi baleado no tórax e levado para o Hospital Municipal Doutor Clementino Moura, Socorrão II, na Cidade Operária, mas já chegou sem vida. Já o corpo do assaltante foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), no Bacanga. A mãe do policial, Raimunda Nonata, afirmou que o filho vinha recebendo ameaças de morte, principalmente de traficantes que tinham sido presos por ele, mas, no momento, estavam fora da cadeia.

O policial militar Sebastião Luis Rocha Neto, de 26 anos, foi enterrado ontem no cemitério do Gavião, na Madre Deus. Ele foi morto durante uma troca de tiros com bandidos, em frente à uma parada de ônibus, no bairro Desterro, em São Luís. Nesta terça-feira (9), a cúpula do sistema de Segurança Pública falará à imprensa, por meio de uma entrevista coletiva, as ações que estão sendo desenvolvidas para coibir a criminalidade no Maranhão.

Policial militar Sebastião Luis Rocha Neto, de 26 anos, foi enterrado ontem na Madre Deus (Foto: Douglas Júnior/O Estado)Policial militar Sebastião Luis Rocha Neto, de 26 anos, foi enterrado ontem na Madre Deus (Foto: Douglas Júnior/O Estado)

Relatório de técnicos do TSE defende rejeição das contas de Dilma

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A Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) informou nesta segunda-feira (8) que recebeu relatório da Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias, grupo técnico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que recomenda a rejeição das contas da campanha eleitoral de 2014 da presidente Dilma Rousseff.

(Do G1)

O TSE julgará a prestação de contas da campanha presidencial de Dilma depois que a PGE emitir um parecer – o relatório técnico do TSE é um dos elementos nos quais a procuradoria se baseará para emitir o parecer.

No relatório, 16 técnicos do TSE apontam entre os motivos para justiificar a rejeição das contas indícios de descumprimento do limite de doação por parte de algumas empresas. Os técnicos concluíram que há impropriedades em 5,22% do total de receitas, que representam R$ 18,3 milhões. Entre as impropriedades apontadas estão pagamento de despesas a pessoas jurídicas sem emissão de notas e recibos de trabalho, o que é considerado doação estimada em dinheiro sem assinatura do doador.

A coordenação financeira da campanha de Dilma divulgou nota na qual afirma que as razões apontadas pelos técnicos para justificar o relatório são “meramente formais” e que seguiu “rigorosamente a legislação vigente, os princípios éticos e a mais absoluta transparência, seja na arrecadação como na ordenação de despesas” (leia íntegra ao final desta reportagem).

O prazo determinado para a conclusão do julgamento pelo TSE é quarta-feira (10), a fim de que a presidente eleita possa ser diplomada em cerimônia marcada para o próximo dia 18. Os ministros do TSE poderão aprovar integralmente, aprovar com ressalvas ou rejeitar as contas.

A eventual rejeição das contas pelo tribunal não implica suspender a diplomação, mas, posteriormente, pode levar à abertura de procedimento de cassação do diploma.

Entre as possíveis consequências da constatação de irregularidades nas contas da campanha de Dilma, estão a imposição de multa e a suspensão entre um mês e um ano das verbas do fundo partidário recebidas pelo PT.

A campanha eleitoral de Dilma arrecadou R$ 318 milhões e deixou uma sobra de R$ 169 mil, segundo números informados no final de novembro ao TSE.

Omissão de despesas
Segundo o relatório, mesmo após retificações e coleta de material, foram apuradas omissões na prestação de contas no valor de R$ 1.999.403,90. “Se reconhecidas as despesas, tais omissões no registro da prestação de contas irão constituir dívida de campanha, às quais devem submeter-se, dentro outros requisitos, ao rito descrito no artigo 30 da resolução 23.406/2014”, diz o texto do relatório.

O documento aponta ainda que, segundo o PT, algumas despesas não constaram da primeira prestação, embora tenham ocorrido antes, mas foram incluídas na segunda porque só foram efetivamente pagas depois. Para os técnicos, “a ausência de informações que deveriam constar originariamente nas contas parciais é “irregularidade grave”, uma vez que retira a tempestividade da publicidade que a Lei Eleitoral prevê que deva ser dada a tais informações”.

PSDB contestou prestação de contas
No último dia 29, o PSDB, partido do senador Aécio Neves, derrotado por Dilma no segundo turno da eleição, apresentou ao TSE questionamentos sobre a prestação de contas da campanha à reeleição da presidente.

No documento, o PSDB aponta três supostos problemas. O primeiro está relacionado ao limite de despesas autorizado. Conforme o partido, a campanha de Dilma ultrapassou os R$ 298 milhões inicialmente informados pelo PT antes de o TSE autorizar a ampliação desse limite.

Os tucanos também argumentaram que os pagamentos ao site Muda Mais, que fez propaganda da petista na internet, foram registrados sob a rubrica “Produção de Programas de Rádio, Televisão ou Vídeo”, em vez de “Criação e inclusão de Páginas na Internet”. Além disso, o partido considerou não ser “razoável” o ressarcimento no valor de R$ 5 milhões pelo uso do avião presidencial para viagens de campanha.

Dias depois dos questionamentos do PSDB, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, disse considerar que não haverá problemas para a aprovação das contas da campanha.

“Eu acho que tem que se terminar a investigação, ver exatamente o que aconteceu, ver se há responsabilidade, se há dolo, inclusive. Mas, a princípio, eu tenho confiança que o trabalho de campanha foi mais cuidadoso, mais atento possível”, disse Adams.

Versão do PT
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela coordenação financeira da campanha de Dilma Roussef.

Nota para a imprensa

Em relação à divulgação do parecer da Assessoria Técnica do TSE que opina pela desaprovação das contas de campanha do PT, esclarece-se:

1) até o presente momento, não tivemos acesso ao parecer técnico elaborado pelo TSE;

2) os aspectos questionados são de natureza formal. Em nada questionam a lisura da arrecadação e das despesas.  A campanha Dilma Rousseff seguiu rigorosamente a legislação vigente, os princípios éticos e a mais absoluta transparência, seja na arrecadação como na ordenação de despesas;

3) toda a arrecadação e gastos de campanha foram rigorosamente informados à Justiça Eleitoral, não havendo questionamento que subsista a uma verificação atenta dos 245 volumes de documentos apresentados. Grande parte dos questionamentos encontram suas respostas nos documentos apresentados ao próprio TSE;

4) as questões apontadas no parecer para justificar a desaprovação, conforme divulgadas pela imprensa, são meramente formais e estão relacionadas exclusivamente às datas de lançamento das prestações de contas parciais – gastos realizados em julho informados em agosto; gastos realizados em agosto informados na prestação de contas final – ou seja, questões que não comprometem a verificação integral das contas. Importante ressaltar que a prestação de contas seguiu rigorosamente a legislação em vigor;

5) deve-se salientar ainda que o rigor da Assessoria Técnica em relação às questões formais apontadas não encontra amparo legal nem na própria jurisprudência do TSE;

6)  por fim, espera o Partido dos Trabalhadores e a Coligação “Com a força do povo” que o Tribunal Superior Eleitoral, em nome da segurança jurídica, não altere deliberada e casuisticamente sua orientação anteriormente firmada.

Coordenação Financeira da Campanha Dilma Rousseff

Comunidade organiza comemoração pelos 28 anos da Vila Epitácio Cafeteira

 

Para comemorar os 28 anos da Vila Epitácio Cafeteira, em Paço do Lumiar, escolas da região e a comunidade realizaram um grande desfile estudantil, na ultima sexta-feira, 5. Cerca de duzentos alunos apresentaram os valores sociais e culturais peculiares do bairro.

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O prefeito de Paço do Lumiar, professor Josemar Sobreiro (PR), acompanhado do seu secretariado e dos vereadores, Leonardo Bruno (PPS) e Wellington Sousa (PSB) assistiram ao desfile e aproveitaram para vistoriar as vias asfaltadas, e também, a obra de construção da quadra poliesportiva da UEB José Carlos Costa Pereira.

“A Vila Cafeteira é um dos bairros de maior contingentes populacional do município de Paço do Lumiar e que é via de acesso a vários outros. Melhorias na saúde, educação e infraestrutura já podem ser visualizadas, como a inauguração da UBS de Vila Cafeteira, a aquisição de carteiras mais modernas para as escolas, a construção da quadra poliesportiva, com conclusão prevista para fevereiro de 2015, e o asfaltamento de ruas”, frisou o prefeito.

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De acordo com Ronilson Botelho, organizador do desfile, a programação já faz parte do calendário festivo da Vila Cafeteira, e que, todos os anos, a comunidade, escolas e parceiros se reúnem para que a festa, realizada há mais de 10 anos, não perca a sua tradição. A comunidade voltou a ter motivos para comemorar, estamos recebendo melhorias da gestão municipal, pois temos um prefeito comprometido”, destacou.

O desfile foi puxado pela banda municipal Corporação Musical La Roque, que executou dobrados militares e músicas populares durante todo o percurso. No encerramento, estudantes e moradores cantaram os hinos Nacional e Municipal, e ainda, o tradicional “Parabéns”, sob uma queima de fogos.

COCÓIA EM MAUS LENÇÓIS >> Após escândalo na Câmara de SL, Cocóia volta ‘operar’, desta vez na Prefeitura de Açailândia

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Antônio Luis Rodrigues Costa, o Cocóia, e o filho, Vereador de Paço do Lumiar, André Costa(PTdoB)

Do ww.domingoscosta.com.br

 

Lembram do ex-diretor Geral da Câmara de Vereadores de São Luís, Antônio Luis Rodrigues Costa, o Cocóia, que figurou entre os envolvidos do escândalo no caso da ex-gerente do Banco Bradesco Raimunda Célia e o esquema financeiro com empréstimos e agiotagem?

Pois então, o homem considerado o braço financeiro do Presidente da Câmara Isaías Pereirinha(PSL), assim que vislumbrou que a bomba envolvendo o Bradesco iria estourar, tratou de pedir demissão do cargo no Parlamento de São Luís.

Cocoía tinha sumido da cena política maranhense, mas a saudade da ‘coisa’ pública, o fez retornar. Desta vez, na Cidade de Açailândia.

A Prefeitura Municipal de Açailândia, sob a responsabilidade da gestora Gleide Lima Santos(PMDB), firmou no mês de outubro três contratos milionários com claras suspeitos de superfaturamento. A empresa sorteada pertencente aos filhos de Cocóia, e tem registro de endereço na Rua Ribeiro, nº 06, Bairro Tapera da Maioba em Paço do Lumiar.

Contratos

Conforme publicação do Diário Oficial do Estado, no dia 14 de outubro, a empresa de nome empresarial Vibra Comércio de Rações e Agropecuária Ltda e nome fantasia Comercial Haras Fort, vai receber por dois contratos, o equivalente a R$ 2.080.469,33 (dois milhões, oitenta mil, quatrocentos e sessenta e nove reais e trinta e três centavos).

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Vereador de Paço do Lumiar, André Costa representa o interesse do pai [Cocóia] na empresa Vibra Comércio de Rações e Agropecuária Ltda

Os valores e finalidades são aparentemente parecidos, contudo, possuem diferença quando observado mais atentamente. O primeiro no valor de R$ 1.040.741,00 (um milhão, quarenta mil, setecentos e quarenta e um mil reais), tem o objetivo de aquisição e instalação de equipamentos de refrigeração e isolamento térmico para o Matadouro Municipal.

O segundo contrato, tem a finalidade de Aquisição e instalação de máquinas e equipamentos para o Matadouro, no valor de R$ 1.039,728,33 (um milhão, trinta e nove mil, setecentos e vinte e oito reais e trinta e três centavos).

Os ‘acordos’ são assinados pelos seguintes signatários: Prefeita Gleide Santos; Secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Manoel Gomes Nunes e representando a empresa Vibra Comércio de Rações e Agropecuária Ltda, os irmãos Adriane dos Santos Braga Costa e André Luiz Braga Costa, ambos filhos de Antônio Luis Rodrigues Costa, o Cocóia.

Outra versão

Em contanto por telefone com o Vereador de Paço do Lumiar, André Costa(PTdoB), um dos proprietários da empresa  ‘Vibra’, o parlamentar informou que não existe ilegalidade nos contratos. Questionado sobre o tempo que trabalha no ramo, o filho do ex-diretor Geral da Câmara de Vereadores de São Luís, explicou que há seis meses realiza esse tipo de serviço, e possui, pelo menos mais um contrato com outra Prefeitura que não quis informar qual seria.

O que também chama atenção no caso envolvendo a empresa dos filhos de Cocóia e a Prefeitura de Açailândia, é que os valores em questão são três vezes maiores que a própria construção do prédio do matadouro, avaliado em pouco mais de um milhão.

Outro mistério no caso é o nome da ‘ponte’ [interlocutor] que atuou junto a Prefeita para selar o acordo.

Só que essa é outra história, por enquanto acompanhem abaixo os estratos dos contratos:

Açailândia