O ex-prefeito de Rosário, José Nilton Pinheiro Calvet Filho, virou o centro de um cenário jurídico daqueles que o advogado chama de “alta complexidade processual” — e o povo, na feira, já traduz: “o negócio apertou foi bonito”. Pelos registros públicos, há um conjunto de ações de natureza cível, administrativa e penal, ainda em andamento e sem decisão final. Em termos técnicos, são processos que buscam apurar eventual responsabilidade; no papo direto, é uma pressão grande em cima de quem já comandou a prefeitura.
Entre essas demandas, aparecem ações de improbidade administrativa propostas pelo Município, discutindo possíveis irregularidades na gestão, além de ação penal movida pelo Ministério Público, que segue tramitando. Também há outras medidas judiciais que ampliam o cerco. Em resumo: de um lado, órgãos tentando apurar; do outro, tudo ainda sendo julgado, sem condenação até aqui.
Mas Calvet não ficou só esperando, não. Também partiu pra cima, entrando com ações contra o Município e utilizando instrumentos como ação popular pra questionar atos administrativos. Ou seja, enquanto responde, também ataca. E é aí que entra a leitura clássica de poder: como ensina Robert Greene, autor de As 48 Leis do Poder, “quem é acuado e não reage, perde espaço; quem devolve a pressão, continua no jogo”. Em Rosário, com as eleições de 2026 logo ali e 2028 no horizonte, o recado tá dado: isso aqui não é só processo — é disputa pesada de poder, e o desfecho ainda tá longe.
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Friso do blog: As informações têm base em dados públicos de movimentação processual e não representam juízo definitivo de responsabilidade, que depende de decisão judicial…
