Em meio a um cenário de crise de credibilidade, ataques à imprensa e transformação digital acelerada, uma pesquisa internacional promete jogar luz sobre o que ainda sustenta o jornalismo de pé. Intitulado “Fundamentos e Princípios do Jornalismo Contemporâneo”, o estudo está sendo realizado simultaneamente em vários países e busca entender, na prática, quais valores ainda resistem no exercício da profissão.
No Brasil, a articulação está nas mãos do Grupo de Estudos em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que coordena a coleta de dados em território nacional. A missão é clara: ouvir quem está na linha de frente — o jornalista — para mapear o que ainda é essencial em tempos de fake news, pressão política e disputas narrativas cada vez mais acirradas.
E aqui não tem plateia: quem faz jornalismo é chamado a entrar no jogo. A pesquisa, anônima e rápida (leva de 10 a 15 minutos), já foi aprovada pelo comitê de ética (CAAE nº 94820525.0.0000.5346) e pode ser respondida no link:
👉 https://pt.surveymonkey.com/r/NYLH6HN
Quem não participa, deixa que outros contem a história por você. A própria Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) reforça o apelo para que profissionais compartilhem o questionário e ampliem o alcance do levantamento.
Num momento em que o jornalismo luta para se reinventar e manter relevância, a pergunta que fica é simples: quais princípios ainda valem a pena defender? A resposta pode começar com um clique.


