No coração do Maiobão, dentro da Igreja Sagrada Família, um nome começa a circular com força nos bastidores culturais e religiosos: Felipe Santana. Entre ensaios, apresentações e entrega coletiva, ele surge não apenas como participante, mas como um dos rostos que ajudam a dar vida a um projeto que mistura teatro, música e dança com um propósito maior.
Felipe não está sozinho. Por trás do espetáculo, há um grupo que, segundo relatos, “se doou de verdade” para fazer acontecer. A iniciativa, ligada ao projeto EAAJ (teatro, música e dança), mostra que, quando há engajamento genuíno, o resultado ultrapassa o palco e alcança quem assiste. E a agenda segue intensa: novas apresentações continuam acontecendo, mantendo o público atento ao que vem sendo construído.
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Mas nos bastidores, um nome ganha destaque como mente por trás dessa engrenagem: Jorge Araújo. Apontado como o responsável pelo projeto, ele é descrito por quem acompanha de perto como alguém que imprime identidade, propósito e direção ao grupo. Nos corredores, a avaliação é direta: vale a entrevista. Porque, ao que tudo indica, há mais do que um espetáculo em cena — há um movimento.
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