
Ele foi preso. E foi solto. E, como muitos já previam, voltou a atacar. O larápio que assombra o Maiobão é o retrato escancarado de uma justiça frouxa, lenta e cheia de brechas que protegem quem não respeita a lei.
Dias atrás, após arrombar estabelecimentos comerciais, o criminoso chegou a ser colocado atrás das grades. Mas a “porta giratória” do sistema entrou em ação e ele ganhou a rua novamente, sentindo no corpo e na mente que seus atos não geram consequência nenhuma.
Fim da farra no Maiobão: arrombador cai na gaiola após ação certeira da SEMTRANS; vídeo
Livre, leve e reincidente, o bandido não perdoa o trabalhador honesto. Enquanto pais e mães de família acordam cedo para garantir o sustento, ele volta a “aloprar”, espalhando prejuízo, medo e revolta — como quem zomba da população e do próprio Estado.
A cada nova investida, cresce a indignação de quem vive do próprio suor e vê o crime sendo tratado com leniência, enquanto o cidadão de bem segue refém da insegurança.
O Maiobão não aguenta mais. Ou a justiça reage, ou o crime continua mandando recado nas madrugadas, sem medo, sem freio e sem punição.
O Serviço de Inteligência da SEMTRANS já está em campo para localizar o meliante.

