
O vice-presidente de Assuntos Administrativos do Conselho Regional de Contabilidade do Maranhão (CRCMA), Fernando Henrique, esteve em Brasília em uma intensa agenda política defendendo a Justiça Tributária e a valorização dos profissionais da contabilidade.
Durante as reuniões com a bancada maranhense no Congresso Nacional, Fernando Henrique destacou que a Reforma Tributária deve corrigir desigualdades históricas e assegurar um sistema mais justo e eficiente, capaz de favorecer as micro e pequenas empresas, que representam a base produtiva do Maranhão e de todo o país.
Diálogo em defesa da economia real
Em encontro com o deputado federal Rubens Pereira Jr. (PT/MA), o vice-presidente do CRCMA reforçou o apoio da entidade ao PLP 108/2021, que atualiza os limites de faturamento do Simples Nacional e do MEI. A proposta é considerada uma medida de justiça tributária e equilíbrio econômico, ajustando as faixas de faturamento à realidade inflacionária e fortalecendo os pequenos negócios.
“Essa é uma pauta que une o contador, o empresário e o cidadão. Falar em justiça tributária é defender o direito de empreender sem sufoco fiscal, com simplicidade, ética e previsibilidade”, afirmou Fernando Henrique.
Apoio político e valorização da contabilidade maranhense
O senador Weverton Rocha (PDT/MA) também manifestou apoio às pautas da contabilidade, defendendo a presença técnica dos profissionais do setor nos debates da reforma.
Fernando Henrique enfatizou que “a união da contabilidade com a classe política é o caminho para alcançarmos verdadeira justiça tributária, capaz de garantir crescimento econômico e reconhecimento profissional”.
CRCMA: protagonismo e representatividade nacional
A agenda em Brasília consolida o CRCMA como voz ativa na defesa da Justiça Tributária, da ética profissional e do desenvolvimento regional. O Conselho se projeta nacionalmente como elo entre o setor público, o empresariado e os profissionais contábeis, reafirmando sua missão de contribuir com políticas que impulsionem o Maranhão e o Brasil.

“A contabilidade é o alicerce da Justiça Tributária. Sem ouvir o contador, não há reforma que funcione”, concluiu Fernando Henrique no plenário do Senado Federal.

