O município de Alcântara, conhecido por sua história e cultura, agora carrega um fardo que ninguém gostaria de ostentar: um Ideb de apenas 4,4, quando o mínimo aceitável é 6. O número, revelado pelo Ministério da Educação, caiu como uma bomba no colo da gestão de Nivaldo Araújo.
É justamente nesse momento que o Ministério Público Federal, em parceria com o MP/MA, chega com lupa em mãos para investigar se a educação municipal segue — ou não — as diretrizes constitucionais. A escuta pública marcada para o dia 11 de setembro promete abrir o microfone para a comunidade e dar voz às denúncias de pais, professores e estudantes.
Enquanto isso, Nivaldo Araújo tenta se equilibrar na corda bamba: de um lado, os números que escancaram a falência educacional; do outro, a pressão popular que pode transformar o evento do MPF em um palco de constrangimento. A pergunta que não quer calar é: quem vai segurar o rojão quando o assunto for merenda, transporte escolar e escolas sucateadas?

