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‘Cagueta’ Paulo Victor humilha funcionários; Sindicato emite nota de repúdio

Neto Cruz, 20 de junho de 2025
Conhecido como “cunhado indesejado”, PV afunda a cada movimento no seu resto de mandato como presidente da Câmara…

Em um ato que expõe o completo desrespeito à dignidade do funcionalismo público, a presidência da Câmara Municipal de São Luís protagonizou nesta quarta-feira (18) um episódio lamentável de arrogância e truculência institucional ao tratar da pauta da correção monetária dos servidores concursados da Casa. A reunião, que deveria prezar pelo diálogo e pela valorização do funcionalismo, virou palco de constrangimentos e ataques contra legítimos representantes sindicais.

Diante da gravidade da situação, o Sindsemp/MA reagiu com firmeza, emitiu nota de repúdio e prestou total solidariedade ao Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal de São Luís (Sindiscam-SLZ), classificando a conduta da presidência da Câmara como “desrespeitosa e incompatível com a liturgia do cargo”.

“A cadeira que hoje se ocupa é temporária, mas o compromisso com a democracia e com a escuta qualificada deveria ser permanente”, disparou a entidade.

O Sindsemp deixou claro que não aceitará que servidores concursados, com histórico de dedicação ao serviço público, sejam tratados como intrusos por quem passou a vida inteira de costas para o concurso e de joelhos para o apadrinhamento político.

A tentativa de calar ou desmoralizar representantes sindicais é uma tática covarde e recorrente daqueles que se incomodam com a força da coletividade organizada. Mas desta vez, o ataque teve o efeito contrário: unificou a classe trabalhadora em torno de uma causa comum — o respeito e a valorização dos que constroem diariamente o funcionamento da Casa Legislativa.

O Sindsemp/MA ainda reafirmou apoio irrestrito à luta por uma correção monetária justa, digna e que respeite os direitos já garantidos a outros servidores do mesmo certame. A postura da presidência da Câmara, que deveria ser exemplo de diálogo e transparência, revela-se pequena, autoritária e descompromissada com a legalidade e a equidade.

O serviço público não é favor, é direito. E direito se cumpre, não se negocia.

Neste cenário de ataques e tentativas de desmobilização, a resistência se fortalece. A solidariedade entre os sindicatos é a resposta mais poderosa a quem pensa que pode calar uma categoria com grosseria e abuso de poder. A Câmara de São Luís vive, hoje, o triste retrato de uma gestão que faz do autoritarismo uma política de governo. Mas os servidores não se curvarão. E não estarão sozinhos.

 

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