
O São João promete ser de “bico seco” para quase 500 ex-funcionários da Câmara Municipal de São Luís. O responsável? O presidente Paulo Victor, o “cunhado indesejado” que faz da política um palco de vaidades e traições.
Autoproclamado defensor da cultura e agora um “novo rico” com apetite voraz por poder, Paulo Victor passou o rodo nos contratados, muitos deles apadrinhados de aliados que hoje se perguntam: “vale a pena confiar no homem?”
Segundo fontes bem posicionadas no Palácio Pedro Neiva de Santana, a faxina foi milimetricamente calculada. O objetivo? Abrir espaço para novas nomeações e todas, claro, sob seu dedo indicador. A moeda de troca para 2026 já está em circulação.
Cercado por aliados erráticos como Beto e Thyago, o parlamentar já sonhava alto: queria a presidência da Assembleia Legislativa, de olho no Palácio Manuel Beckman. Mas esqueceu um detalhe importante: a política ama a traição, mas despreza o traidor. E Paulo Victor, por onde passa, deixa rastros de promessas descumpridas e alianças implodidas.
Nos bastidores, o clima é de vigilância. Os vereadores remanescentes, agora sem seus quadros de confiança, observam com desconfiança cada nova nomeação e algumas, pasme, com salários que chegam a R$ 10 mil por mês.
Fica a pergunta: o rolo compressor de Paulo Victor visa governabilidade ou interesses eleitorais em 2026?
Enquanto isso, na Câmara, o forró vai ser com sanfona desafinada e sem milho na palha…
