
Envolto a inúmeras crises no primeiro ano de gestão, o falso profeta Calvet Filho, do PSC, terá um 2022 de atribulações. Um ano puramente eleitoral, no espectro estadual, os prefeitos das cidades precisam mostrar capital político: o voto.
Para isso, se faz necessário que o gestor esteja em sintonia com a população, leia-se eleitor. Caso contrário, fica difícil transformar satisfação em voto, o que reflete em 2024. Algumas cidades do interior tem na “eleição para deputado” um termômetro para as eleições seguintes, no caso, de prefeito. As emendas enviadas para Rosário ficarão no “ora veja”?
Filho amarga índices de rejeição desde que começou a não praticar o que prometera em campanha.
Nesta última segunda, 20, o prefeito conseguiu orquestrar a falta de 6 dos 11 parlamentares, sendo aqueles de sua base. Seria colocado em pauta diversos assuntos que respingam no mandato do “Homem da Bíblia no Sovaco”.
Um dos assuntos que estava em pauta, segundo o site Rosário em Foco, é a matéria já levantada pelo site do terreno do matadouro que estaria sendo negociado com o Grupo Mateus, sem amparo legal. Outra situação que iria constranger o executivo municipal era a instalação de uma CPI que pedia a investigação dos desmandos na Saúde e Educação, tudo já levantado pelo blog do Neto Cruz.
Os vereadores faltosos foram: Kiko, Jadson de Neres, Valdinéia Matos, Machado, Rachid Sauaia e Brandão que não justificou a falta.
Os presentes: Carlos do Remédio, Lucia Cavalcante, Caio de Glorinha, Dantas, Pedrosa Filho Necó e Morena da Pesca, que ainda não se curvaram ao duplamente cassado.
Com isso, ficou pra 2022 – na volta do recesso parlamentar – o início do fim da carreira política de Calvet Filho…
LEIA MAIS
Rosário: prefeito entope folha de pagamento de parentes e aderentes; veja os nomes
Bomba! Áudio de suposto agiota estremece gestão Calvet Filho em Rosário; ouça
Bomba! Prefeito de Rosário é acusado de desvio de R$ 2 milhões da Saúde; documento