Maçonaria do MA se rende aos encantos de Flávio Dino

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Governador e lideranças maçons, como o Grão-Mestre Ubiratan de Castro (à direita). (Foto: Gilson Teixeira)

“É acima de ótimo”, avalia o Sereníssimo Grão-Mestre da Maçonaria do Maranhão, Ubiratan João de Castro, sobre o Governo Flávio Dino. Cerca de 40 diretores da instituição almoçaram com o governador, nesta segunda-feira (11), no Palácio dos Leões. Na pauta, parcerias em programas sociais como o Mais IDH.

Segundo Ubiratan, a Maçonaria é parceira do Governo do Estado na busca pela redução de desigualdades e promoção da justiça social. Um exemplo disso é a colaboração da entidade em atividades do Mais IDH nos municípios mais pobres do Maranhão.

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Líder maçom homenageia o governador Flávio Dino. (Foto: Karlos Geromy)

“Vamos dar continuidade a uma série de programas que a gente já vem fazendo junto”, frisa o Grão-Mestre, que na ocasião entregou ao governador o título de Venerável Honorário e o Malhete, símbolo de poder na Maçonaria.

Convergência de propósitos

Para Flávio Dino, a Maçonaria contribui com o desenvolvimento do Maranhão ao atuar em ações de caráter filantrópico, de alívio à pobreza. O apoio institucional da entidade ao programa político do governo demonstra a afinidade de objetivos entre ambos.

É o Governo do Maranhão e a sociedade civil trabalhando, lado a lado, pela melhoria dos indicadores sociais do estado.

“Em razão de toda essa pauta em comum, de toda essa convergência, foi um momento de troca de opiniões, de ideias, visando que em cada esfera de atuação – governo e sociedade civil – haja a reiteração dessa convergência de propósitos”, completa o governador.

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Apoio institucional da entidade reflete convergência de propósitos com o Governo. (Foto: Gilson Teixeira)

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Maçonaria, forma reduzida e usual de franco-maçonaria,[2] é uma sociedade filosófica, filantrópica, iniciática e progressista. Dentro da realidade atual, entretanto, a instituição não poderá ser considerada senão como sendo uma sociedade discreta.[3][4] De caráter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade[5][6] e aperfeiçoamento intelectual. Seu adjetivo é o maçônico e maçônica[7].

A maçonaria é, portanto, uma sociedade fraternal,[8] que admite todos os homens livres e de bons costumes, sem distinção de raça, religião,[8] ideário político ou posição social. Suas principais exigências são que o candidato acredite em um princípio criador, tenha boa índole, respeite a família, possua um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição,[8] aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.

Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autônomas, designadas por oficinas, ateliers, ou lojas.

Existem no mundo aproximadamente 3,6 milhões de integrantes espalhados pelos 5 continentes: 1,5 milhão nos Estados Unidos (em 1965 eram cerca de 4 milhões); 250 mil na Inglaterra; 170 mil no Brasil e 1,6 milhão no resto do mundo (dados de 2008).

Fonte: Wikipédia

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