ATENÇÃO! CRC-MA começa a protestar nome de profissionais com débitos

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Segue desabafo enviado via WhatsApp ao Blog do Neto Cruz:

ACABAMOS DE RECEBER MAIS UMA TRISTE NOTÍCIA PARA OS PROFISSIONAIS DE NOSSO ESTADO: 

Em tempos de crise o CRC quer massacrar o pai de família que luta bravamente para manter sua profissão a fim de honrar com seus compromissos e também para conseguir ficar adimplente com a própria instituição. Mas pelo visto o conselho ver os contadores inadimplentes como rivais e não como parceiros. Fiquem atentos profissionais.

Ouça o áudio:

Em grupos de WhatsAPp, as reações foram de diversas formas, uns sendo a favor e outros contra:

Há um erro grotesco e maldoso nessa mensagem. Os contadores pais de família que, em tempo de crise, estão bravamente lutando para conseguir se manter adimplentes NÃO ESTÃO SENDO MASSACRADOS PELO CRC MA. Quanto aqueles que estão com dificuldades de pagar as anuidades, o CRC MA está de portas abertas e disposto a negociar. A legislação não nos permite perdoar dívidas que, aliás, vieram de períodos anteriores e já deveriam ter sido negociadas.

Minha gente se sabemos que existe um conselho, que é cobrado anuidade, temos que pagar, pode ser parcelado…agora o nosso direito sobre isso é cobrar benefícios pra nossa classe e somos nós que pagamos que devemos cobrar

Qual a sua sugestão para este caso? Deixar como está? Pois eu quero reclamar aqui também! O CRC demorou demais para cobrar os inadimplentes, e, em sua omissão, transmitia involuntariamente duas mensagens. Dizia aos adimplentes: olhem para os inadimplentes e percebam como não é necessário pagar! E dizia aos inadimplentes: continuem como estão… eu entendo a situação de vocês! Você acha isso correto? Pois eu não! Tem mais é que cobrar mesmo! Se o CRC não tem grana (como eles dizem), é por que não cobra seus inadimplentes, e estes, quando não pagam, enfraquecem a categoria. Se aproveitam quando o CRC oferece alguma oportunidade, mas não querem dar uma anuidade como contrapartida? Estão de brincadeira! Tem que cobrar, protestar e, por mim, sem abrir mão dos juros.

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